Infância querida
Estou tão contente com meu blog, com a participação de tantos amigos - e até anônimos - que deram uma espiadinha no nosso esPAPO... Muito obrigada a todos!
Essa empolgação foi super espontânea. Pra falar a verdade, tem muito tempo que não sentia tanto entusiasmo com uma coisa. E, o mais engraçado (para não dizer, absurdo), tinha muito tempo que não fazia algo pelo simples fato de me dar prazer. Incrível, não é mesmo?!
Mas o fato é que, associando minha natureza feminina e sendo comunicadora (imagina como devo gostar de falar!). Enfim, contei para todos os conhecidos, plantas e animais sobre a iniciativa e vibrei a cada recadinho deixado. Na verdade, acho que até pensei em ir ao ponto de ônibus mais próximo para puxar conversa com qualquer pessoa e, ao final, falar: "pois é, vamos manter contato. Visita o meu blog!". A animação foi tanta que, comentando com meu pai e com os olhos brilhando, ele disse: "Querida, você está feliz como uma criança!"
Pensei por alguns instantes sobre o que ele quis dizer, pois havia ternura em sua fala. Cheguei a conclusão de que eu estava sendo espontânea e feliz com simplicidade. Mas não fechei a questão (e conto com a sua ajuda para compreender melhor): "Por que algumas pessoas são autênticas somente na infância?"
E, antes que eu crie polêmicas de semântica (rsrsrs), utilizei a palavra autêntica como sinônimo de leal aos seus sentimentos.
Muitas respostas vão surgir (estou esperando, de verdade, viu?!). Considero que a resposta está relacionada a correria do dia-a-dia, atrelada aos muitos papéis que desempenhamos (esposa/marido, filho, estudante, profissional, etc). São tantas imagens e pouco tempo que, alguns perdem um pouco da intimidade com o “eu”.
Mas não pretendo entrar em questões existenciais - a menos que esta seja a sua vontade. O que queria dizer é que, na minha opinião, são poucas as coisas mais belas da vida do que o sorriso de uma criança ao ouvir um simples "Como vai, como vai, como vai?" do saudoso Palhaço Arrelia que se emocionava com a pureza de pequeninos, altinhos e grandões.
E viva a criança que ainda somos!

6 Comentários:
Às 9:32 AM ,
Anônimo disse...
Oi Chana , um beijo grande e vamos tomar todas qualquer dia .Inté gata .
Às 4:19 PM ,
Anônimo disse...
oi, chana! acho que, quando crianças, ainda não sabemos o peso da autenticidade. à medida que vamos crescendo, percebemos que nem sempre é fácil ser "de verdade". daí, vamos pelo caminho mais fácil. bjim, se cuida, boas férias! mariela.
Às 10:14 PM ,
Anônimo disse...
Gatinha, que saudades.... Quando vc volta?
Adorei seu texto.
Beijos do
Paulinho
Às 12:21 AM ,
Anônimo disse...
Ei,
td bem que vc está de férias mas kd noticias suas.
Bjs
Belezarara
Às 2:33 PM ,
Anônimo disse...
Chana, agora que voltou de férias nao vamos deixar nosso Blog desatualizado, não é verdade...
Até pq uma pessoa que escreve tao bem assim nao pode ser egoista e guardar tudo para sí.
Espero, como sempre, que vc tenha grandes inspirações para continuar sempre com as palavras certas nos momentos exatos. Um Enorme Beijo, do seu amigo Quintagolano Oziel.
Às 4:15 PM ,
Anônimo disse...
interessante....bem escrito, parabéns. vi no msn e passei aqui pra conferir. só q ta faltando atualizar mais,né. bjos.
mário
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